Anedotas com a tag: quinta
Ordenar por:
O sujeito vai trabalhar para uma quinta e o capataz diz-lhe:
- Olhe, aqui nós usamos carneiros para carregar o material e as pessoas.
- Certo...
- Vou-lhe ensinar como se controla o carneiro... Puxa a orelha esquerda para virar para a esquerda, direita para a direita, puxa a cauda para o parar, mete-lhe o dedo no nariz para ele avançar. Percebido?
- Sim, sim...
Dali por dois dias, o homem teve finalmente que usar um carneiro.
Mete-lhe o dedo no nariz para ele avançar e vai usando as orelhas do animal para o controlar.
Quando está prestes a chegar ao destino, o homem não se consegue lembrar de como se pára o animal.
O homem começa a apalpar o carneiro por todo o lado, mas não há forma dele parar.
A dada altura o homem aperta os tomates ao carneiro.
O carneiro bale:
- Mééééééééé...
Diz o sujeito:
- Olha, aqui é a buzina...
Após campanha no interior profundo do país, o Primeiro Ministro regressa à capital, a meio da noite.
A dada altura, o motorista não consegue evitar e atropela um porco.
A viatura pára e o Primeiro Ministro manda o homem à quinta que se encontrava ali perto para saber se o porco era de lá, informar do sucedido e perguntar se havia que se pudesse fazer para compensar o dono.
Meio a medo, o homem lá vai.
Passada mais de uma hora, o motorista regressa, com o nó da gravata desfeito, camisa por fora com uns botões desapertados, charuto no canto da boca, garrafa na mão, marcas de baton na face e ar nitidamente relaxado.
Diz o Ministro:
- Então? Tanto tempo? Que se passou?
- Olhe, foi fantástico! O dono convidou-me logo para entrar. Estavam prestes a jantar, de modo que a senhora me serviu e eu lá jantei. No fim a filha deles arrastou-me para o quarto dela e fizemos amor. Quando saí do quarto os pais dela estavam à espera. A senhora ofereceu-me esta garrafa e o homem meteu-me este charuto na boca. Foi fabuloso!
- Ui... Olha lá, o que é que tu lhes disseste, para eles fazerem isso?
- Eu só disse o que me mandou dizer! Cheguei lá e disse: Eu sou o motorista do Primeiro Ministro, e acabo de matar o porco...
A senhora não conseguia manter a sua plantação de tomates porque os pássaros estavam sempre a debicá-los.
Certo dia ocorreu-lhe que talvez na drogaria vendessem tomates de chumbo, que ela poderia espalhar pela quinta, de modo a que os pássaros, magoando-se nesses tomates, deixariam toda a quinta em paz.
Dali a pouco ela entra na drogaria.
O dono, já velho e curvado, caminha em passos vagarosos em direcção ao balcão para a atender.
Diz ela:
- Olhe lá... Você por acaso tem tomates de chumbo?
- Não, não, minha senhora... Eu ando assim curvado mas é do reumático...
Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.
O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.
Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer: "Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro."
Um homem conduzia pela estrada fora quando atropelou um galo.
Com um peso na consciência, o homem parou na quinta mais próxima, aproxima-se do dono e diz:
- Creio que matei o seu galo... Permite-me que o substitua?
- Bem... As galinhas estão por aí... Esteja à vontade...
Uma zebra recém chegada a uma quinta passeia pela mesma para conhecer os restantes animais.
Encontra uma vaca e pergunta-lhe:
- Olá, eu sou uma zebra, e tu?
- Eu sou uma vaca.
- E que é que fazes cá na quinta?
- Dou leite para a família.
Continua a andar, encontra uma galinha e pergunta-lhe:
- Olá, eu sou uma zebra, e tu?
- Eu sou uma galinha.
- E que é que fazes cá na quinta?
- Ponho ovos para a família.
Continua, encontra um cavalo de criação e pergunta-lhe:
- Olá, eu sou uma zebra, e tu?
- Eu sou um cavalo de criação.
- E que é que fazes cá na quinta?
- Ó filha... Tira o pijama que eu mostro-te...
O telefone toca e o caseiro atende. Do outro lado, o dono da fazenda pergunta:
- Olá! Estou a ligar só para saber se está tudo bem por aí. Há novidades?
- Bem...
- Então? Aconteceu alguma coisa? Desembucha!
- Sabe... é que o seu papagaio morreu....
- O meu papagaio? O que ganhou o concurso?
- Sim, esse mesmo.
- Ora bolas! E logo aquele bicho que me custou uma fortuna. E de que morreu ele?
- Não temos a certeza, mas talvez de comer carne estragada...
- Carne estragada? Mas quem é que deu carne estragada ao papagaio?
- Ninguém. Foi ele sozinho que se pôs a comer a carne de um dos cavalos que morreram...
- Cavalo? Qual cavalo?
- Um dos seu puros-sangues árabes... Morreram os dois de esgotamento por puxarem a carroça da água durante a noite...
- O quê? Mas qual carroça de água?
- Foi por causa do incêndio...
- Incêndio? Mas houve um incêndio?
- Sim, houve... É que houve uma vela que pegou fogo às cortinas...
- Velas? Então mas a quinta não tem electricidade?
- Sim, mas foi uma vela do velório...
- Mas qual velório?
- O da sua mãe... É que ela veio cá sem avisar e eu dei-lhe um tiro, a pensar que era um ladrão...
Ver por Categoria:
Todas
- Todas
- Adultério
- Advogados
- Alentejanos
- Animais
- Boas e más notícias
- Bom, mau e lixado
- Como se diz
- Contos infantis
- Contrário
- Cruzamentos
- Curtas
- Cúmulos
- Diferenças
- Doutor, doutor
- Duh
- Duplas
- Estúpidas
- Feministas
- Geek
- Guerra dos sexos
- Humor negro
- Jornal do dia seguinte
- Judeus
- Loiras
- Longas
- Machistas
- Meta humor
- Moral da história
- Natal
- Nojentas
- Nome do filme
- O que diz
- Obscenas
- Pergunta e resposta
- Pontinhos
- Porcas
- Português, francês e inglês
- Racistas
- Religiosas
- Roleta
- Secas
- Semelhanças
- Sogras
- Super-heróis
- Trocar uma lâmpada
- Tão, tão
- ó mãe, ó mãe