Anedotas com a tag: porco
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Após campanha no interior profundo do país, o Primeiro Ministro regressa à capital, a meio da noite.
A dada altura, o motorista não consegue evitar e atropela um porco.
A viatura pára e o Primeiro Ministro manda o homem à quinta que se encontrava ali perto para saber se o porco era de lá, informar do sucedido e perguntar se havia que se pudesse fazer para compensar o dono.
Meio a medo, o homem lá vai.
Passada mais de uma hora, o motorista regressa, com o nó da gravata desfeito, camisa por fora com uns botões desapertados, charuto no canto da boca, garrafa na mão, marcas de baton na face e ar nitidamente relaxado.
Diz o Ministro:
- Então? Tanto tempo? Que se passou?
- Olhe, foi fantástico! O dono convidou-me logo para entrar. Estavam prestes a jantar, de modo que a senhora me serviu e eu lá jantei. No fim a filha deles arrastou-me para o quarto dela e fizemos amor. Quando saí do quarto os pais dela estavam à espera. A senhora ofereceu-me esta garrafa e o homem meteu-me este charuto na boca. Foi fabuloso!
- Ui... Olha lá, o que é que tu lhes disseste, para eles fazerem isso?
- Eu só disse o que me mandou dizer! Cheguei lá e disse: Eu sou o motorista do Primeiro Ministro, e acabo de matar o porco...
Um agricultor deixa três notas de quinhentos euros em cima de uma mesa e, enquanto está distraído, o porco come-lhe as notas.
A mulher sugere ao homem que dê bagaço ao porco para ele arrotar, de forma a que as notas voltem cá para fora.
Como não tem bagaço em casa, o homem leva o porco à taberna e pede dois bagaços, um para ele e um para o porco.
Dali a pouco, o homem dá um pontapé no rabo do porco e ele arrota uma nota.
Mais um pouco, mais um pontapé, mais uma nota.
Um outro agricultor aproxima-se e pergunta:
- Eu vi bem?
Sem mais, o homem dá novo pontapé ao porco, há um novo arroto e surge uma nova nota.
Diz novamente o segundo agricultor, tirando um molho de notas do bolso:
- Dou-lhe 50,000 euros por esse porco.
- Vendido!
O homem pega no dinheiro, deixa o porco com o outro e vai-se embora.
Jornal do dia seguinte: "Agricultor mata porco a pontapé."
Um agricultor tinha muitos porcos.
Certo dia, alguém apareceu e perguntou ao homem:
- O que é que dá de comer aos seus porcos?
- Ora, dou-lhes restos. Porquê?
- Porque eu sou da Associação para a Protecção dos Animais. O senhor não alimenta os seus animais como deve ser, de modo que vou ter que o autuar.
Passados uns dias, outra pessoa aparece e pergunta ao homem:
- O que é que dá de comer aos seus porcos?
- Ai, eu trato-os muito bem! Dou-lhes salmão, caviar... Porquê?
- Porque eu sou das Nações Unidas. Sabe, não é justo os seus porcos comerem tão bem quando há tanta gente a morrer de fome por esse mundo fora. Vou ter que o autuar.
O homem fica mesmo aborrecido.
Passados uns dias, aparece alguém que pergunta ao homem:
- O que é que você dá de comer aos seus porcos?
O agricultor hesita um bocado e finalmente diz:
- Olhe... Não lhes dou nada... Entrego cinco euros a cada e cada um vai comer o que quiser!
O moço queixa-se a um amigo:
- Eu vivo com os meus dois irmãos no mesmo quarto, mas já não posso com aquilo... O meu irmão mais velho tem um macaco, o outro tem um porco... É um cheiro que não se pode...
- Então e abrir uma janela, não resulta?
- Estás doido? Se abro uma janela ainda fogem as minhas pombas todas!
A NASA envia, finalmente, um voo tripulado a Marte.
No voo encontram-se um alentejano e um porco.
Logo no primeiro dia de viagem, Houston entra em contacto com o voo e diz:
- Alô, porco. Alô, porco. Execute a manobra X21.
O porco executa a manobra.
O alentejano aproxima-se do intercomunicador e diz:
- Alôi, NASA. Aqui é o alentejano. Qué que querem quê faça?
- Por enquanto não faça nada. Quando precisarmos de si chamamos.
A NASA continua a dar instruções ao porco de meia em meia hora, e o alentejano sempre à espera de ser necessário.
A dada altura, a NASA diz:
- Alô, alentejano. Alô alentejano.
- Ora então alô! Cá estou eu! É só dizer! Qué p'ra fazer?
- Alô, alentejano. Por favor dê de comer ao porco.
Vai um homem a conduzir pela estrada fora.
A dada altura cruza-se com outro carro conduzido por uma mulher, a acabar de fazer uma curva.
A mulher mete a cabeça de fora e grita:
- Porco!
Ele responde a gritar, também:
- Puta!
Assim que faz a curva, o homem espetou-se contra um porco que estava no meio da estrada.
Um cavalo estava doente e nem sequer se põe em pé e o dono chama o veterinário.
Após um exame, o veterinário diz ao dono:
- Pois, o seu cavalo está mal, mas acho que se pode recuperar... Vou-lhe dar esta receita e venho cá daqui por dois dias. Se o cavalo não recuperar, poderemos ter que o abater.
Mal o dono e o veterinário saiem, o porco vem falar com o cavalo:
- Vá lá, pá! Coragem! Tens que te levantar! Olha que senão vão-te abater!
Dois dias depois o veterinário volta a ver o cavalo e diz:
- Pois, continua na mesma... Mas vamos fazer mais uma tentativa com uma dose mais forte do medicamento. Se não recuperar, vamos ter que o abater.
O porco vem novamente falar com o cavalo:
- Anda lá, levanta-te! Olha que vais ser abatido!
Quando o veterinário regressa, o porco vê o carro a chegar e vai imediatamente falar com o cavalo:
- Ele vem aí! Ele vem aí! Vamos, levanta-te! Força! É a tua vida que está em jogo! Vá, a pé!
O cavalo faz um esforço tremendo e lá se consegue pôr a pé, mesmo antes do veterinário e do dono entrarem.
O veterinário olha para o cavalo e diz:
- Olhe, parece que está melhor. Afinal já não vai ser preciso abatê-lo.
O homem grita para a mulher, que estava fora do celeiro:
- Mulher! O cavalo está melhor! Já não temos que o abater! Temos que comemorar! Vamos matar o porco!
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