Anedotas com a tag: ladrão
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Depois da sua sogra ser agredida e assaltada por um ladrão, um polícia fala com o homem:
- Mas você não viu o homem a agredi-la?
- Vi, sim...
- Então e não lhe passou pela cabeça ir ajudar?
- Quer dizer... Até passou... Mas sinceramente, ela já tem 80 anos, e eu achei que dois homens contra uma velhota de 80 anos era covardia...
O homem vai à esquadra para tentar falar com o ladrão que lhe assaltou a casa.
O polícia diz-lhe:
- Não pode ser. Terá a sua oportunidade no tribunal.
- Não, mas no tribunal vai estar lá a minha mulher, e eu não lhe posso perguntar à frente dela como é que ele fez para entrar em casa sem a acordar!
Uma loira telefona ao marido:
- Um ladrão roubou-nos o carro!
- Xi! Achas que és capaz de fazer um retrato robot, com um polícia?
- Isso não, que não lhe vi a cara, mas anotei a matrícula!
A meio da noite, um ladrão entra numa capoeira de onde rouba dois patos.
Conforme vai saindo de mansinho da capoeira, o dono da casa surge atrás dele e toca-lhe com a bengala na cabeça.
O ladrão assusta-se, vira-se devagarinho e depara com um sujeito baixinho, de fatinho, monóculo no olho direito e bengala.
O sujeito diz-lhe então:
- Ó bucéfalo anácroto! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando os meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência do que vulgo denomina por nada!
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor... eu levo ou deixo os patos?
O telefone toca e o caseiro atende. Do outro lado, o dono da fazenda pergunta:
- Olá! Estou a ligar só para saber se está tudo bem por aí. Há novidades?
- Bem...
- Então? Aconteceu alguma coisa? Desembucha!
- Sabe... é que o seu papagaio morreu....
- O meu papagaio? O que ganhou o concurso?
- Sim, esse mesmo.
- Ora bolas! E logo aquele bicho que me custou uma fortuna. E de que morreu ele?
- Não temos a certeza, mas talvez de comer carne estragada...
- Carne estragada? Mas quem é que deu carne estragada ao papagaio?
- Ninguém. Foi ele sozinho que se pôs a comer a carne de um dos cavalos que morreram...
- Cavalo? Qual cavalo?
- Um dos seu puros-sangues árabes... Morreram os dois de esgotamento por puxarem a carroça da água durante a noite...
- O quê? Mas qual carroça de água?
- Foi por causa do incêndio...
- Incêndio? Mas houve um incêndio?
- Sim, houve... É que houve uma vela que pegou fogo às cortinas...
- Velas? Então mas a quinta não tem electricidade?
- Sim, mas foi uma vela do velório...
- Mas qual velório?
- O da sua mãe... É que ela veio cá sem avisar e eu dei-lhe um tiro, a pensar que era um ladrão...
Um ladrão diz para o outro:
- Depressa! Chegou a polícia! Salta pela janela!
- O quê? Mas estamos no décimo terceiro andar!
- Vá lá, salta! Não temos tempo para superstições!
Um homem foi assaltado e o ladrão levou-lhe o cartão de crédito, mas o homem decidiu não fazer queixa.
É que o ladrão estava a gastar menos que a sua mulher.
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